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Entenda como comprar um imóvel MCMV com renda familiar de até 2 salários mínimos

O maior programa habitacional já criado no Brasil está cheio de novidades boas para novos compradores interessados em adquirir um imóvel a partir de 2020. Mas como investir em um imóvel MCMV?

Com mais de 38 anos de mercado e 120 mil chaves entregues nos últimos 30 meses, o programa Minha Casa Minha Vida já atendeu mais de 245 mil clientes, e você pode ser o próximo a aproveitar este benefício de moradia que atende a todos os bolsos!

Quer saber como comprar um imóvel MCMV com renda familiar de 2 salários mínimos? Continue a leitura e entenda como é fácil!

Programa Minha Casa Minha Vida: como ter o benefício?

Adquirir a casa própria está mais próximo e fácil do que nunca! O programa Minha Casa Minha vida torna possível finalmente sair do aluguel.

Com a quantidade de descontos e vantagens oferecidos pelo programa habitacional, comprar um imóvel MCMV com renda familiar de 2 salários mínimos ficou mais fácil e acessível.

Para ser contemplado pelo benefício é preciso atender os seguintes requisitos:

  • não ter imóvel, financiamento imobiliário ou ter recebido benefícios habitacionais provenientes de recursos da União, Estados e Municípios;
  • comprovar renda para atestar que detém recursos suficientes para arcar com as futuras prestações;
  • não haver restrições de crédito (dívidas inscritas em algum órgão de proteção ao crédito);
  • a parcela não pode comprometer mais de 30% da renda familiar mensal apresentada no ato do cadastro;
  • não utilizar o benefício para fazer investimento em imóveis (revenda);
  • o imóvel financiado deve ser na mesma região do trabalho ou da residência anterior.

A renda familiar bruta deve ser comprovada por todos os integrantes da família por carteira de trabalho, contracheque e documento de identificação com foto (no caso de profissionais liberais, o carnê do INSS é aceito como comprovação).

Para aqueles que estão com o nome sujo no SPC (Serviço de Proteção ao Crédito) ou Serasa, a solicitação do financiamento para um imóvel MCMV é permitida. Entretanto, nesses casos, as chances de aprovação do pedido são reduzidas.

[E-book: O que é preciso saber antes de comprar a tão sonhada casa própria?]

Quais são as faixas para conseguir comprar um imóvel MCMV com renda familiar de 2 salários mínimos?

O programa habitacional contempla 4 faixas, sendo 2 delas para pessoas com até 2 salários mínimos. É com base nessas faixas que são definidos os subsídios oferecidos pelo governo federal.

Confira:

Faixa 1 – renda familiar de até R$ 1.800

Nesta primeira faixa, o governo fica encarregado de arcar com a maior parte do financiamento. O período para quitar o imóvel é de até 120 meses, com parcelas que variam entre R$ 80 e R$ 270.

Faixa 1,5 – renda familiar de até R$ 2.600

Os subsídios oferecidos para os contemplados pela faixa 1,5 são de até R$ 47,5 mil, juntamente com uma taxa de juros de 5% ao ano e limite para quitação de até 30 anos.

Existem ainda as faixas 2 e 3, que são destinadas a pessoas com renda familiar de até R$ 4 mil e até R$ 9 mil, respectivamente.

Entenda como funciona o programa Minha Casa Minha Vida!

 


Entenda como comprar um imóvel MCMV com renda familiar de 2 salários mínimos

Depois de conferir se você está dentro dos pré-requisitos citados anteriormente, é hora de saber o passo a passo de como comprar um imóvel MCMV com renda familiar de 2 salários mínimos.

Existem dois meios de conseguir isso, e eles vão depender de qual faixa você está inserido. 

Para quem faz parte da faixa 1, é necessário realizar um cadastro. Para o segundo grupo, a faixa 1,5, o cadastro deixa de ser necessário e você pode negociar diretamente com o banco. Confira!

Faixa 1 – renda familiar de até R$ 1.800

Na primeira faixa, o governo pode subsidiar em até 90% o valor do imóvel, por isso ele se torna acessível para famílias com renda familiar de até 2 salários mínimos.

Nessa faixa, quem deseja adquirir um imóvel pelo Minha Casa Minha Vida precisa se encaixar em alguns requisitos além dos já citados. São eles:

  • estar registrado no Cadastro Único;
  • não fazer parte do Cadastro Nacional de Mutuários (CADMUT) ou do Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (CADIN);
  • ter cadastro no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS).

Para conseguir um imóvel por essa faixa, a única forma possível é realizando um cadastro. Ele é realizado na prefeitura ou Secretaria da Habitação da cidade na qual o imóvel se encontra e precisa ser feito pessoalmente. 

Mas atenção! O período de cadastramento pode variar a depender da localidade. Em alguns municípios, podem ser feitos durante todo o ano, em outros, apenas em datas definidas. Por isso, informe-se antes.

Como o número de pessoas que realizam o cadastro é maior do que a demanda, é feito um sorteio para definir quem será premiado. Portanto, o cadastro não é uma garantia de ter o seu imóvel próprio, mas é o primeiro passo.

Faixa 1,5 – renda familiar de até R$ 2.600

Na faixa 1,5, o parcelamento pode ser feito em até 30 anos com juros de 5% ao ano. Aqui, existe um limite para subsídio do governo, que é de até R$ 47,5 mil, para a compra do imóvel.

Nesta faixa, você pode pedir a aprovação de crédito diretamente ao banco. Após entregar os documentos necessários, engenheiros e arquitetos contratados pelo banco farão uma avaliação do imóvel, a fim de confirmar se o valor pedido corresponde ao imóvel.

Em paralelo a isso, o banco também analisa o seu perfil, como renda familiar, histórico bancário e pontuação no Serasa. Assim, ele identifica se você terá condições de cumprir com o pagamento das parcelas.

Os documentos necessários são:

  • matrícula do imóvel atualizada;
  • contrato de opção de compra e venda; e
  • certidão de logradouro fornecida pela Prefeitura.

Além, é claro, dos documentos já citados aqui, que são comuns para todas as faixas.

Caso o crédito seja aprovado, o banco repassa o valor do imóvel para o vendedor e você garante a casa própria.

Agora que você já sabe como comprar um imóvel MCMV com renda familiar de 2 salários mínimos, é importante se atentar, porque as regras do programa Minha Casa Minha Vida costumam alterar com frequência.

Para 2020, por exemplo, o governo estuda mudanças. Confira a seguir!

Quais são as mudanças para o ano de 2020 para o programa Minha Casa Minha Vida?

Depois de algumas alterações feitas no programa habitacional Minha Casa Minha Vida no ano de 2019 e sofrer o risco de ter o investimento reduzido, este novo ano trouxe boas notícias para quem deseja ser beneficiado com um imóvel pelo programa.

Os limites das faixas de renda mensal familiar foram ampliados, o que significa que mais pessoas poderão ser contempladas pelo benefício. Confira as alterações:

  • faixa 1,5: de R$ 2.350 para R$ 2.600;
  • faixa 2: de R$ 3.600 para R$ 4.000;
  • faixa 3: de R$ 6.500 para R$ 9.000.

Contudo, a faixa 1 foi a que mais sofreu modificações com a nova direção do governo: a faixa que atende famílias com renda de até R$ 1.800 deixaria de ser um financiamento imobiliário para uma espécie de locação social.

Essa alteração visa combater a venda ilegal de imóveis do Minha Casa Minha Vida contemplados pela faixa 1 do programa, já que estes são para uso pessoal, e não para comércio.

O uso do FGTS para comprar um imóvel MCMV também passou por alterações: o valor do teto foi ampliado tendo como base as localidades. 

No Distrito Federal, São Paulo e Rio de Janeiro, o teto foi de R$ 225 mil para R$ 240 mil. Nas capitais do Norte e do Nordeste, o teto foi ampliado de R$ 170 mil para R$ 180 mil.

O limite passou de R$ 950 mil para R$ 1,5 milhão em todo o território brasileiro. A implementação dessas mudanças visa aumentar as possibilidades do uso do FGTS para aquisição de imóveis com preços mais elevados e com mais qualidade. 

Caixa Econômica Federal: nova taxa de juros

A Caixa Econômica Federal anunciou, no segundo semestre de 2019, uma nova linha de crédito para pessoas que desejam adquirir um imóvel financiado pela própria instituição. 

Nesse novo modelo, as taxas operadas variam entre 2,95% e 4,95% ao ano, sem mencionar da inflação corrente do Brasil, baseada no índice oficial medido pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Esse novo modelo de financiamento imobiliário, que ficou disponível a partir de agosto de 2019, permite o financiamento de até 80% do valor total do imóvel, podendo ser pago em até 360 meses (30 anos).

A Caixa Econômica dispõe de um simulador de financiamento imobiliário online para que você tenha noção do valor das parcelas, bem como as taxas de juros inclusas.

Confira nosso artigo sobre como funciona o financiamento pela Caixa Econômica!

Minha Casa Minha Vida: taxa de juros

Por conta das mudanças que ocorreram no primeiro semestre de 2019, os juros de cada faixa do programa Minha Casa Minha Vida também foram reajustados:

  • renda familiar de até R$ 2.455: 5% de juros a.a.;
  • entre R$ 2.455,01 e R$ 3.275: 6% de juros a.a.;
  • renda entre R$ 3.275,01 e R$ 5.000: 7,16% de juros a.a..

Entenda todos os passos do cadastro Minha Casa Minha Vida!

Com mais de dez anos no mercado, o programa Minha Casa Minha Vida forneceu moradia a milhares de brasileiros, e a expectativa para este ano de 2020 é de muita expansão para a área imobiliária.

 

Agora que você sabe como comprar um imóvel MCMV com renda familiar de 2 salários mínimos, não perca a oportunidade de realizar seu sonho!

 

Caso tenha surgido alguma dúvida, entre em contato conosco. 

 

A Prestes deseja boa sorte neste momento único! 

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Diferente, ousada e inovadora: assim é a Prestes Construtora, que atua no mercado desde 2009. Com a missão de gerar prosperidade e desenvolver comunidades felizes, ela desenvolve empreendimentos imobiliários que transformam sonhos em realidade.

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