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Como sair do aluguel e realizar o sonho da casa própria

Ter um lugar para chamar de seu e nunca mais precisar de pagar o aluguel é o sonho de todo brasileiro que ainda não possui casa própria!

Não é à toa que em 2018 a venda de imóveis novos cresceu 19,2% no Brasil, de acordo com estudo realizado pelos Indicadores Imobiliários Nacionais e divulgado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

Para finalmente adquirir uma casa ou apartamento é preciso saber como sair do aluguel. Portanto, se planejar, ir em busca de imóveis com preços que caibam no seu bolso e escolher a melhor forma de pagamento faz toda a diferença.

Afinal, morar em um imóvel alugado e gastar dinheiro com algo que nunca será seu tem uma série de desvantagens.

Desvantagens de morar de aluguel

Morar de aluguel pode até fazer sentido se essa decisão for tomada de maneira rápida, mas se você analisar melhor, vai perceber que está jogando dinheiro fora. Afinal, poderia estar investindo em uma casa própria!

Investimento sem retorno, reajuste de preço, ausência de autonomia para reformas ou mudança repentina são algumas das desvantagens de morar de aluguel. Confira abaixo esses aspectos de modo detalhado.

Reajuste do preço

O imóvel alugado pode se enquadrar perfeitamente no seu orçamento no momento, mas não é certeza de que o valor seja o mesmo durante todo o período em que você estará morando nele.

Durante a renovação do contrato, pode ser que o proprietário queira reajustar o preço do imóvel.

Esse reajuste pode ocorrer devido à necessidade do dono ou, até mesmo, por causa da inflação em tempos de crise financeira no país.

Dessa forma, a alteração do preço acaba trazendo transtornos, já que será necessário comprometer um pouco mais de suas economias ou, até mesmo, mudar de endereço, caso o valor reajustado não seja equivalente ao que você pode pagar.

Mudança repentina

Morar em um imóvel que não é próprio pode acarretar em mudança repentina.

Ao fim do contrato, que geralmente dura 12, 24 ou 30 meses, o proprietário pode pedir as chaves, seja por algum motivo pessoal ou por alguma pendência do inquilino como, por exemplo, não estar com o aluguel em dia.

Com isso, será necessário passar por todo o processo de mudança e pesquisa até encontrar outra residência que caiba novamente no seu bolso.

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Ausência de autonomia

Seja para fazer uma minirreforma no imóvel ou uma coisa mais simples como, por exemplo, pintar a parede, é necessário aviso prévio ou solicitação ao dono da propriedade.

Essa dependência do aval do proprietário acaba tirando a autonomia de quem reside na casa ou apartamento alugado.

Além disso, quando você se mudar do imóvel, o dono pode decidir fazer uma vistoria para saber se tudo está em seu devido lugar. Caso haja alguma irregularidade, ele pode cobrar ressarcimento.

Investimento sem retorno

Imagine passar anos pagando por algo que nunca vai ser seu? Chato, não é? Pois é bem isso que acontece com o aluguel de imóveis.

 

 

Viver de aluguel pode até resolver uma demanda temporária. Entretanto, o dinheiro gasto mensalmente não está sendo investido em um patrimônio próprio e, quando você decidir se mudar do imóvel, todo o valor gasto será perdido.

Contudo, isso não aconteceria se você estivesse investindo a quantia em um financiamento, por exemplo. Apesar de pagar as parcelas por alguns anos, essa alternativa acaba sendo mais viável, pois ao final do pagamento o imóvel será seu.

Então, para conseguir sair do aluguel é preciso organizar as finanças, escolher qual o melhor tipo de imóvel para sua família e decidir qual a melhor forma de pagamento.

Organize suas finanças

Organizar as finanças, cortar despesas desnecessárias e poupar dinheiro são os primeiros passos para você descobrir como sair do aluguel!

Por isso, é necessário que você calcule sua renda familiar, veja quais são as despesas obrigatórias e ajuste os hábitos de consumo. Só assim será possível saber o quanto de dinheiro você tem para poder investir em uma casa própria.

Após fazer esses cálculos e organizar as despesas, é hora de poupar! O ideal é que você separe uma quantia por mês e aplique esse valor em uma poupança, por exemplo, para que ele possa render.

E, por mais que o rendimento de uma poupança possa parecer pouco, é melhor fazer o depósito do que deixar o dinheiro parado na conta corrente ou até mesmo em casa.

Outras formas de aplicações também são válidas. O importante é achar a alternativa que funcione melhor para você.

Decida qual é o melhor tipo de imóvel

A escolha do tipo de imóvel vai depender do que cada pessoa ou família procura. Há quem prefira morar em casa e quem ache melhor viver em apartamento.

Entretanto, em ambos os casos é preciso analisar se o imóvel está localizado em um bairro bacana, onde há supermercados, hospitais, shoppings, escolas e pontos de ônibus.

Além disso, preste atenção na quantidade de quartos do imóvel, se há a necessidade de garagem, elevador, áreas de lazer etc., pois tudo isso vai contribuir diretamente para o bem-estar de sua família.

Outro ponto para se levar em consideração é a vizinhança. Se você deseja morar em um lugar tranquilo, com pouco ruído, é preciso analisar se há casas de show ou bares próximos, além de saber como o trânsito flui. Então, evite morar próximo de avenidas que têm fluxo intenso e muito barulho de buzina, por exemplo.

Por fim, observe a orientação do sol em relação à propriedade. Se seu imóvel receber diretamente os raios solares, isso pode ser ruim durante o verão, já que os dias tendem a ser mais quentes.

Como sair do aluguel com o programa Minha Casa Minha Vida

Um dos financiamentos mais procurados é o do programa Minha Casa Minha Vida, que foi criado pelo Governo Federal em 2009 e, desde então, vem fazendo com que várias famílias brasileiras realizem o sonho da casa própria.

O MCMV tem baixas taxas de juros e parcelas que cabem no seu bolso, mas, para entrar no programa, é necessário passar por algumas etapas que contam com regras gerais e específicas:

  • gerais: as parcelas do financiamento não podem ultrapassar um valor que corresponda a 30% da renda familiar mensal que, por sua vez, precisa ser inferior a R$ 9 mil. Além disso, o imóvel financiado não pode ultrapassar o teto de valor estabelecido conforme a região do país;
  • específicas: têm a ver com a faixa de renda do trabalhador e os valores correspondentes às parcelas, aos subsídios do governo, aos juros e aos meses para a finalização dos pagamentos. Em detrimento disso foram criadas as faixas 1; 1,5; 2 e 3 do Minha Casa Minha Vida.

Faixas de renda do MCMV

As faixas do programa estão relacionadas com a renda familiar de quem deseja utilizar esse tipo de financiamento especial. São elas:

  • faixa 1: famílias com renda de até R$ R$ 1.800,00 por mês;
  • faixa 1,5: famílias com renda de até R$ R$ 2.600,00 por mês;
  • faixa 2: famílias com renda de até R$ R$ 4.000,00 por mês;
  • faixa 3: famílias com renda de até R$ R$ 9.000,00 por mês.

Quem decide comprar um imóvel por meio do Minha Casa Minha Vida tem vantagens como: carência de até 24 meses para começar a pagar (no caso de imóveis comprados na planta), menores taxas de juros em relação ao mercado (os valores variam entre 5% a 9% ao ano) e seguro em casos de desemprego ou problemas de saúde.

A melhor alternativa para sair do aluguel é reverter o valor dessa despesa para pagar as parcelas do financiamento da casa própria! Com isso, você estará investindo em um patrimônio para o bem-estar da sua família e do seu bolso.

Portanto, se você quer que esse sonho se torne realidade, mas não tem condições de pagar à vista ou quer fugir de juros abusivos, recorrer ao financiamento do programa Minha Casa Minha Vida pode ser a melhor opção.

Para conferir as nossas opções e imóveis, entre em contato conosco!

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